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A Teoria dos Cinco Fatores

O modelo dos cinco fatores é uma organização abrangente da estrutura dos traços de personalidade. No entanto, parece haver um contraste entre a definição da estrutura dos cinco fatores e a indefinição da natureza dos traços. 

Leia mais sobre: Teoria da Personalidade

A teoria dos cinco fatores, proposta por McCrae e Costa, em 1995, propõe um modelo geral de teorias da personalidade. O esforço dos autores orienta-se no sentido de identificar "as categorias de variáveis, que uma teoria da personalidade completa deve abarcar". 

Tais variáveis estruturantes representariam os "constituintes básicos universais" de grande parte das teorias da personalidade conhecidas, podendo reduzir-se às seguintes:

Psicologia e Deus

Tenho recebido diversos emails na seção Pergunte ao Psicólogo, a respeito da relação entre psicologia e religião. O ponto central desta dúvida pode ser dito da seguinte maneira: um profissional da psicologia pode acreditar em Deus? A psicologia necessariamente implica em um ateísmo?

Para responder totalmente tais perguntas seria preciso um longo tempo ou um longo espaço, pois é possível escrever um livro para dar uma resposta total e completa.

Este texto, procura responder de forma breve à este questionamento e, mesmo sendo um pequeno texto e não um livro, procura ser o mais amplo possível.

Psicologia: Interpretação dos Fenômenos Religiosos

Este texto é continuação do texto: Psicologia e Deus. No texto anterior, falo sobre a relação existente entre os conhecimentos e práticas da psicologia e as religiões. 

Continuando, é necessário também conhecer as formas pelas quais a psicologia já abordou os fenômenos religiosos. Ou seja falaremos neste texto à respeito da interpretação que a psicologia já deu aos fenômenos religiosos. De modo geral podemos falar em 4 tipos de posicionamentos, de acordo com o teórico ou abordagem. 


A rapidez com que sentimos


“E por que é que as minhas sensações se revezam tão depressa?”

Esta frase é de um poema de Fernando Pessoa chamado "A passagem das horas". Na verdade é de seu heterônimo, um outro eu além do eu mesmo, chamado Álvaro de Campos. É uma frase que daria, como deu, milhares de pesquisas, testes e teorias dentro da psicologia.

Por qual motivo as sensações mudam tão depressa? O que causa esta mudança? Sentimos o mundo como ele realmente é?

As ciências humanas - Foucault



As questões epistemológicas, ou seja, que centram-se ao redor da cientificidade e de seu campo de possibilidades, são fundamentais para as ciências humanas, porque é através delas que seus objetivos podem se legitimar. 

Com o surgimento das ciências humanas no final do século XIX, que caracterizam-se por ter o homem como princípio de análise ao mesmo tempo em que como objeto de conhecimento, é necessário indagar por sua positividade não através dos modos com os quais a filosofia tradicionalmente questionou a física ou a química; antes, a crítica da cientificidade das ciências humanas tem que estar ligada às ciências que lhe servem de espelho e à própria filosofia, nas diferenças e interstícios dos campos de constituição intrínsecos a cada uma destas áreas. 

Foucault, em seu livro As palavras e as coisas (2000), apresenta o que chama arquelogia das ciências humanas. 

O suicídio


Definição básica: Ato intencional de matar a si mesmo, ou seja, tirar a própria vida. O suicídio é mais do que querer morrer, é mais que desistir de viver. O sujeito que se suicida, acaba consigo mesmo. O pior de tudo, é que cada vez mais aumentam os casos de pessoas que optam por tentar tirar a própria vida. Os motivos para algumas pessoas tentarem se matar, são vários, mas resumidamente, percebo que existe alguns pontos em comum entre todos os casos: a falta de expectativa, de mudança, de melhora. Todos que optam por tentar o suicídio, perderam a ESPERANÇA!

Em minha vida profissional enquanto psicólogo, infelizmente já atendi vários casos de pessoas que pensam em suicídio, que tentam o suicídio ou já tentaram algum dia. E ao meu entender, ninguém quer morrer, o "tentar se matar" é um grande pedido de socorro. Vejo nos olhos de cada uma dessas pessoas, um "olha pra mim", "percebe que eu existo", "por favor, me escute, ao menos, 5 minutinhos".

O que é grupo? - Psicologia Social

Visando definir melhor a noção de grupo, Martin Baró se utiliza do critério da percepção dos membros enquanto membros pertencentes àquela reunião de indivíduos, o grupo, para caracterizá-lo. 

O autor cita diversos momentos nos quais os indivíduos em sociedade se relacionam ou se aproximam de seus pares. 

Por isso, o autor estabelece este critério da percepção como membro, na medida em que por oposição lógica, teríamos que nas situações em que o indivíduo se relaciona mas não se percebe enquanto membro, não se pode falar em grupo. 

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